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em busca do desejo pela santidade

euro-2008-27aEm busca do desejo pela santidade

 

 

 

 

O pecado nos afasta de Deus, porém o peso ou, melhor, o sentimento de arrependimento nos aproxima de Deus e nos faz querer obedecer aos princípios dEle sempre.

O que é triste é porque nós temos que pecar para então termos o desejo intenso pela santidade.

Porque não nos mantemos com o desejo de permanecermos santos (separados) sempre?

Porque é que este desejo não permanece conosco o tempo todo?

 

Certamente o desejo de santificação é um dos sentimentos mais nobres que um filho de Deus pode ter.

Mas, então porque não procuramos a santidade todo o tempo?

Quando é que o obedecer deixa de ser um prazer, uma satisfação por agradar a Deus e se torna um peso, uma opressão?

 

Será que Deus nos leva ao pecado para que então pudéssemos voltar a desejar ardentemente a vida em santidade?

Certamente que não, porque o pecado é justamente o caminho oposto aos caminhos de Deus.

Então o que nos leva a perder este desejo de querer permanecer obedecendo a Deus?

Em que momento que este fogo se apaga?

Ou, quanto tempo este fogo dura?

 

É lamentável que para que o desejo pela santidade torne a ser uma das prioridades mais importante do filho de Deus seja necessário ele pecar;

Sentir o peso da ausência de Deus e a tristeza por desagradá-lo para então tornar a desejar ardentemente ser puro e ter posturas retas e irrepreensíveis.

Porque que este fogo não se auto-reacende sem precisar de um pecado, ou de um arrependimento?

 

Como diz o ditado: Ser abençoado não é difícil, e sim permanecer com a bênção.

 

Agora tudo depende de uma postura firme e consistente, que não se abala por proposta nenhuma.

Mas porque raios as nossas firmes e consistentes posturas têm se abalado tão rapidamente quando recebem propostas contrárias, porém tentadoramente bem articuladas no discurso e na lógica?

Porque raios, mesmo que seja por poucos minutos, qualquer pouco argumento logicamente fundamentado nos convence em nos esquecer de nossas firmes e consistentes posturas e nos corromper e nos prostituir?

 

O fato é que temos trocado a Deus por qualquer coisa.

Temos preferido escolher pelos nossos prazeres do que obedecer a Deus.

Contudo, é o nosso amor por Deus que deve estar à cima de tudo.

Devemos amá-lo sobre todas as coisas e nesse sentido, amá-lo envolve comprometimento com a sua vontade, envolve desejo em agradá-lo, envolve desejo pela santidade.

Nós temos nos alegrado com tantas coisas, mas temos sido negligentes com a presença de Deus.

Temos buscado a satisfação pessoal a qualquer custo e temos usado a Deus para recebermos o que queremos e temos deixado de lado o que há de mais importante: a presença de Deus em nossas vidas.

 

Quando tudo está indo bem e nós estamos firmes até mesmo com Deus é que começamos a agir por conta própria.

Quando isto acontece a queda, ou o afastamento da presença de Deus é inevitável.

Temos que cuidar para que o nosso coração nunca esteja nas coisas que nos satisfazem, mas sempre em Deus;

Pois de todas as coisas que se deve guardar, que guardemos o nosso coração.

 

Estas são reflexões de alguém que solitariamente, mas sempre acompanhado, procura encontrar respostas para seus conflitos mais internos.

Reflexões estas que talvez tenham respostas, talvez não, ou talvez ainda, usando da filosofia e da retórica a resposta não tenha como não escapar pelos dedos.

Que o Pai das Luzes nos dê da sua sabedoria para que a nossa alma não permaneça em trevas por muito tempo e que o nosso agir e o nosso reagir glorifiquem o seu nome!

 

 

 

salmo escrito em meados de 2002

3 Comentários leave one →
  1. 30/03/2009 2:38 pm

    Aleluia. O que falta para mim e pra todo cristão, com certeza, é a presença deste que te inspirou nestes escritos. O Espírito Santo. O desejo pela santidade jamais pode partir da carne, senão será sufocado pela própria carne! Falta conhecimento e intimidade com a terceira Pessoa da Trindade, a saber, o glorioso, ajudador e consolador enviado pelo nosso Salvador, o Próprio Espírito do Deus.
    “Não por força nem poder, mas pelo Meu Espírito, diz o SENHOR… quem és tu, grande monte? serás como uma campina…” (Zc 4:6-7)
    Sem o Espírito de Deus jamais podermos carregar a cruz de Cristo!
    Ânimo à igreja! Os inimigos pelejarão, mas jamais prevalecerão (Jr 1:19)

    Abraços, José.

    MARANATA!

  2. vanessa permalink
    27/03/2009 1:09 am

    Pastorrr gostei da palavra. tbmm.. obrigadoo pela dedicação cm suas ovelhinhas, AMAMOS VOCêS

  3. Nando permalink
    06/03/2009 12:21 pm

    Pastor parabéns por essa palavra, boa demais. Esse é um do assuntos que mais me chama a atenção e me preocupa muito dentro da igreja de Cristo. Oro para que Deus te abençoe tremendamente e que continue a te usar para trazer mais e mais palavras direto do trono aos nossos corações.

    TE AMU MONTÃO TÁ?!
    BEJU.

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