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TERCEIRO PASSO – batismos e autoridade

Batismos e autoridade

Jo 1:32-34 – E João testemunhou, dizendo: Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele. Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo. Pois eu, de fato, vi e tenho testificado que ele é o Filho de Deus.

Batismos

Batismo é uma simbologia usada no novo testamento em vários contextos.
O significado da palavra em si é imersão, como um mergulho. E sempre simboliza um envolvimento completo, transformador.

O BATISMO NAS ÁGUAS é um ritual estabelecido no novo testamento pelo profeta João, chamado de “batista” justamente por causa disso – João batizava com água, nas margens do rio Jordão.
É considerado um batismo de arrependimento, de metanóia.
Quem dele participa passa uma mensagem de comprometimento com um novo estilo de vida, um testemunho público da fé que está operando no coração. É um símbolo de uma decisão e de uma transformação interior – da morte para uma nova vida. Um mergulho simbólico, que expressa uma nova maneira de enxergar todas as coisas – considerando a si mesmo morto para o pecado, mas vivo para Deus, assim como Jesus ressuscitou pelo poder de Deus (Rm 6).
É uma ordenança de Jesus (Mc 16:16) para todo aquele que crê.

Jo 7:37-39 – No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem; pois o Espírito até aquele momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado.

Se o batismo nas águas é uma atitude simbólica, já o BATISMO NO ESPÍRITO não pode ser descrito como um símbolo, muito menos um ritual.
Quem batiza com o Espírito Santo é Jesus, o Cristo. É uma experiência completamente espiritual, um mergulho nas coisas espirituais, que nos faz participantes com o Espírito Santo.
Há uma promessa de Deus de derramar seu Espírito, no qual somos mergulhados, batizados, transformados. (At 1:4,5)
É um dom gratuito de Deus, oferecido por Ele. Uma promessa para os que receberam a Palavra, creram e abriram seu coração para Jesus. (Gl 3:14)

Autoridade

Mt 28:18-19 – Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

Reconhecer a autoridade de Jesus, confessando que ele é Senhor (Fp 2:9-11) é o primeiro passo para permitir que na prática sua autoridade se estenda sobre nós, em tudo o que diz respeito a nossa vida, para sempre.

Jesus é o bom pastor, que dá a vida pelas ovelhas (Jo 10). Isso mostra a sua posição de autoridade dentro do propósito que Deus estabeleceu – para o bem, para edificar, servir, cuidar, e amar.
Todo aquele que ocupa posição de autoridade tem o dever de seguir esse princípio, pois é a essência estabelecida pelo Rei dos reis, Senhor dos senhores.
E na posição de estar sujeito a alguma autoridade, o dever é honrar – o que significa respeitar, valorizar e quando necessário, obedecer por amor, como Jesus ensinou.

Além de reconhecer a autoridade de Jesus, importa também aprender a reconhecer a posição de autoridade de diversas outras esferas, pois lidamos e somos influenciados por isso todos os dias.
Existe autoridade espiritual, eclesiástica, familiar, governamental, no trabalho, na escola, em todo lugar.
Onde não se reconhece autoridade, ou não se lida adequadamente com ela, há caos, confusão, destruição, sofrimento.

Quando entendemos a nossa posição (seja de autoridade ou debaixo de autoridade) e honramos a posição de quem está a nossa volta estamos edificando um caminho de paz e prosperidade – na família, na igreja, no trabalho, e aonde estivermos.

Honrar autoridades governamentais e institucionais (1Pd 2:13,14, Rm 13:7).
Honrar autoridade na família – filhos devem honrar os pais, esposas honrar seus maridos, e pais e maridos devem entender sua posição de autoridade para edificar e não destruir (Ef 5:22-24, Ef 6:11, Cl 3:18,20,22).
Honrar autoridades espirituais – líderes, pastores, cooperadores, obreiros (1Co 16:15-16, 1Ts 5:12-13, 1Tm 5:1).

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